Bullshitt
Quem disse que as pessoas mais interessantes eram aquelas que não sabiam o que queriam ser antes dos 30 era um idiota.
Cresci acreditando nisso e veja onde isso me levou. Devo ser um espécime a ser estudado tamanha a riqueza da minha psique, mas a sensação mesmo é de ter um grande L estampado na testa.
Quando pequena, queria ser bailarina. Adolescente, coreógrafa. Na época do vestibular, administradora, turismóloga (?), psicóloga ou publicitária. Na pós-adolescência (leia-se na faculdade e um pouco depois), marketeira. Nada com muito afinco ou com aquela defesa da profissão que faz brilhar os olhos. Houve um tempo em que quis ser escritora, mas como foi seguido por um branco literário, foi por água. E a essas poderia juntar dançarina de country, animadora de balada alheia, pesquisadora, atendimento, professora e dog walker.
As profissões e os sonhos instantâneos foram seguindo junto com os anos e quando chegaram os 30, desabei. Além da crise dos 30 normal, caiu o mito. Não me achava nada acima da média das pessoas interessantes. Me achava, aliás, a menos interessante das pessoas interessantes que eu conhecia.
Em 5 dias sigo o próximo passo. E me pergunto – o que dizem de interessante das pessoas que não sabem o que querem ser depois dos 31?
(Nota da autora: bullshitt 1st draft)
domingo, março 01, 2009
segunda-feira, novembro 24, 2008
eu já disse hoje que adoro fazer terapia?
uma rosa é uma rosa é uma rosa.
uma rosa é uma rosa é uma rosa.
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domingo, novembro 23, 2008
do dia: o resto é saudade...
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terça-feira, novembro 18, 2008
do dia:
saber que gente muito especial está triste me entristece tbm.
se pelo menos aqui posso falar.... queria ajudar a chorar.
mas isso não é meu. é seu.
então chora.
quando parar, me avisa.
e... sorrio de novo.
saber que gente muito especial está triste me entristece tbm.
se pelo menos aqui posso falar.... queria ajudar a chorar.
mas isso não é meu. é seu.
então chora.
quando parar, me avisa.
e... sorrio de novo.
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do dia
sobre o medo com espada na mão
Há tempos que me sinto desprovida de coragem. Como se nunca a tivesse tido ou se ela tivesse me sido arrancada.
Numa conversa com uma amiga, meu coração bateu mais forte de novo... lembrei de uma época de ouro que guardo bem guardada dentro de mim, com mto carinho, muito zêlo e, claro, muita saudade. Tão bem guardada que, por vezes, esqueço que está lá.
Contando sobre esse tempo que passou e deixou essa boa marca, lembrei de como era destemida, sem melindres, sem bobagens, livre, leve e solta...
Pouco depois da conversa, ela vrou pra mim e disse "você está mais bonita" e eu sabia que a simples lembrança, o reviver daquele tempo tinha sido suficiente pra trazer de volta aquele brilho no olho, o coração à boca e o sorriso de menina...
Agora, sentada na cama, tenho certeza que a coragem não me falta. Tenho medos, sim. E, em geral, escolho não enfrentá-los. Provavelemnete por conta de alguma crença infundada de que perdi minha força em algum momento tempos atrás. Mas, então, lembrei... lembrei de 2 momentos de grande coragem - em que o medo tinha uma espada na mão - e em que me despi com 1 pergunta.
Foram momentos em que senti que mais doía guardar a pergunta do que poderia ser dura a resposta... cada momento com 1 pessoa importante. 1 do passado mais querido de todos e 1 do passado recente.
Mas não foi só minha a coragem. Foi deles também.
Queria hoje refazer uma delas. Queria muito.
Queria com o coração a 1.000. De supetão, no meio da noite.
Queria, sim. E mais que isso.
Queria ouvir a mesma resposta.
ponto final.
fim.
Há tempos que me sinto desprovida de coragem. Como se nunca a tivesse tido ou se ela tivesse me sido arrancada.
Numa conversa com uma amiga, meu coração bateu mais forte de novo... lembrei de uma época de ouro que guardo bem guardada dentro de mim, com mto carinho, muito zêlo e, claro, muita saudade. Tão bem guardada que, por vezes, esqueço que está lá.
Contando sobre esse tempo que passou e deixou essa boa marca, lembrei de como era destemida, sem melindres, sem bobagens, livre, leve e solta...
Pouco depois da conversa, ela vrou pra mim e disse "você está mais bonita" e eu sabia que a simples lembrança, o reviver daquele tempo tinha sido suficiente pra trazer de volta aquele brilho no olho, o coração à boca e o sorriso de menina...
Agora, sentada na cama, tenho certeza que a coragem não me falta. Tenho medos, sim. E, em geral, escolho não enfrentá-los. Provavelemnete por conta de alguma crença infundada de que perdi minha força em algum momento tempos atrás. Mas, então, lembrei... lembrei de 2 momentos de grande coragem - em que o medo tinha uma espada na mão - e em que me despi com 1 pergunta.
Foram momentos em que senti que mais doía guardar a pergunta do que poderia ser dura a resposta... cada momento com 1 pessoa importante. 1 do passado mais querido de todos e 1 do passado recente.
Mas não foi só minha a coragem. Foi deles também.
Queria hoje refazer uma delas. Queria muito.
Queria com o coração a 1.000. De supetão, no meio da noite.
Queria, sim. E mais que isso.
Queria ouvir a mesma resposta.
ponto final.
fim.
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sexta-feira, outubro 24, 2008
do dia: queria era fazer história pra depois contar
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sábado, outubro 11, 2008
vermelho
aos trinta descobri a feminilidade instantânea. o vermelho.
unhas longas e um tom vermelho sangue-pisado seriam o ícone do feminino em mim. sem medo pintei, antes de um encontro promissor. era o primeiro encontro e o que melhor do que a fragilidade firme de mãos bem feitas num tom de casualidade e sensualidade? não, nada melhor. pra acompanhar, wore-out jeans, blusa preta desbotada, sapato de salto marrom mostrando parte dos dedos e matching leather coat, de antílope quatro dedos acima do joelho, claro. e como cereja do bolo, lenço de seda com um encarnado leve no pescoço. a mulher ao extremo.
o resultado? horas de conversa, um clima pesado de atração, uma embriaguez sentida na pele, um tchau e, por último, dedos com de rosa no dia seguinte. sim, porque aos trinta também descobri o porquê se deve usar base antes do esmalte... I'm now pinkish!
aos trinta descobri a feminilidade instantânea. o vermelho.
unhas longas e um tom vermelho sangue-pisado seriam o ícone do feminino em mim. sem medo pintei, antes de um encontro promissor. era o primeiro encontro e o que melhor do que a fragilidade firme de mãos bem feitas num tom de casualidade e sensualidade? não, nada melhor. pra acompanhar, wore-out jeans, blusa preta desbotada, sapato de salto marrom mostrando parte dos dedos e matching leather coat, de antílope quatro dedos acima do joelho, claro. e como cereja do bolo, lenço de seda com um encarnado leve no pescoço. a mulher ao extremo.
o resultado? horas de conversa, um clima pesado de atração, uma embriaguez sentida na pele, um tchau e, por último, dedos com de rosa no dia seguinte. sim, porque aos trinta também descobri o porquê se deve usar base antes do esmalte... I'm now pinkish!
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domingo, outubro 05, 2008
Marquei um encontro... ai que preguiça desse começar...
É começar tudo de novo. Encontra, risadinhas sem jeito, meio de lado, bem sem graça.
É encolher a barriga e ficar sempre procurando um espelho a saber se o vento bateu e desgrenhu o cabelo.
Pensar muito na roupa, pra não parecer dada demais, recatada demais, tradicional demais, moderninha demais.
Pensar se vou de carro, que sempre dá pra fugir se estiver um saco, ou se aceito a côrte e deixo o moço me buscar e corro o risco de passar o resto da noite tentando esconder bocejos.
É dia de eleição e o assunto é certo de vir à tona. Preguiça de discutir, de me colocar, tá frio, quero meu edredon, um filme que, de preferência, já tenha visto e meias nos pés.
Devia estar com um sorrisão e contando as horas, ao invés disso, ligo o celular por poucos segundos na esperança de uma mensagem desmarcando por conta de qualquer caminhão virado na zona leste. Desligo de novo no vácuo.
Nada querendo conversar, querendo nada de nada. Queria ficar quietinha curtindo todas as outras preguiças que acompanham essa de começar tudo de novo...
ai ai.
É começar tudo de novo. Encontra, risadinhas sem jeito, meio de lado, bem sem graça.
É encolher a barriga e ficar sempre procurando um espelho a saber se o vento bateu e desgrenhu o cabelo.
Pensar muito na roupa, pra não parecer dada demais, recatada demais, tradicional demais, moderninha demais.
Pensar se vou de carro, que sempre dá pra fugir se estiver um saco, ou se aceito a côrte e deixo o moço me buscar e corro o risco de passar o resto da noite tentando esconder bocejos.
É dia de eleição e o assunto é certo de vir à tona. Preguiça de discutir, de me colocar, tá frio, quero meu edredon, um filme que, de preferência, já tenha visto e meias nos pés.
Devia estar com um sorrisão e contando as horas, ao invés disso, ligo o celular por poucos segundos na esperança de uma mensagem desmarcando por conta de qualquer caminhão virado na zona leste. Desligo de novo no vácuo.
Nada querendo conversar, querendo nada de nada. Queria ficar quietinha curtindo todas as outras preguiças que acompanham essa de começar tudo de novo...
ai ai.
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quinta-feira, outubro 02, 2008
quinta-feira, setembro 18, 2008
quinta-feira, setembro 11, 2008
ok, ok... vai aqui uma pronta perfeita pra não dizerem que não falei de flores... (oi? flores?)
frase do dia: "Até cortar os defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro." – Clarice Lispector
frase do dia: "Até cortar os defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro." – Clarice Lispector
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domingo, setembro 07, 2008
Projeto Hapiness mode: ON.
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